O Casal que Formamos e os Parceiros que nos Habitam
DOI:
https://doi.org/10.60114/rbtf.v9i1.30Palavras-chave:
parceiros invisíveis, arquétipos/imagens arquetípicas, conjugalidade, diferenciação/ individuação, sistema terapêuticoResumo
No trabalho com os casais em sofrimento, torna-se fundamental o terapeuta conseguir levá-los a distinguir o que lhes acontece por estarem indiferenciados e inconscientes de seus parceiros invisíveis internos. Por inconsciência, onde se busca enquadrar o outro nessa projeção, existem lealdades e triangulações que os impedem de construir uma comunicação clara e não fusionada, uma parceria verdadeira, com seu companheiro de vida. O uso de técnicas conjugadas da Terapia Familiar e da Psicologia Analítica, de Carl G. Jung, é um excelente recurso para o sistema terapêutico favorecer o projeto nós (casal) em se tornar mais fluido e mais capaz de lidar de modo simétrico entre seus componentes, constituindo um caminho de individuação e diferenciação para eles.
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