O Casal que Formamos e os Parceiros que nos Habitam

Autores

  • Suely Engelhard

DOI:

https://doi.org/10.60114/rbtf.v9i1.30

Palavras-chave:

parceiros invisíveis, arquétipos/imagens arquetípicas, conjugalidade, diferenciação/ individuação, sistema terapêutico

Resumo

No trabalho com os casais em sofrimento, torna-se fundamental o terapeuta conseguir levá-los a distinguir o que lhes acontece por estarem indiferenciados e inconscientes de seus parceiros invisíveis internos. Por inconsciência, onde se busca enquadrar o outro nessa projeção, existem lealdades e triangulações que os impedem de construir uma comunicação clara e não fusionada, uma parceria verdadeira, com seu companheiro de vida. O uso de técnicas conjugadas da Terapia Familiar e da Psicologia Analítica, de Carl G. Jung, é um excelente recurso para o sistema terapêutico favorecer o projeto nós (casal) em se tornar mais fluido e mais capaz de lidar de modo simétrico entre seus componentes, constituindo um caminho de individuação e diferenciação para eles.

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Publicado

2020-11-01

Como Citar

Engelhard, S. (2020). O Casal que Formamos e os Parceiros que nos Habitam. Revista Brasileira De Terapia Familiar, 9(1). https://doi.org/10.60114/rbtf.v9i1.30

Edição

Seção

Artigos