Teaching and practice of systemic family therapy in psychology programs

Authors

DOI:

https://doi.org/10.60114/rbtf.v14i1.161

Keywords:

Systemic family therapy, Psychology curriculum, Psychology training, Sistema Único de Saúde

Abstract

This study analyzes the presence of systemic family therapy (SFT) in psychology curricula in Brazil, considering its relevance for the cultural and public health context. The research was conducted through a systematic literature review and analysis of curricula from 895 institutions registered with the Ministry of Education until October 2024. The results show that most programs do not consistently include SFT, often addressing it indirectly or superficially. Statistical analysis revealed a weak negative correlation between the founding year of programs and the Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes scores, as well as a significant association between the presence of SFT and course quality. The study highlights the need for greater integration of SFT in training, in alignment with the Sistema Único de Saúde guidelines and the collectivist characteristics of Brazilian society. It concludes that curricular revisions are essential to strengthen systemic based psychological practice, promoting a more contextualized and effective professional approach.

References

Amendola, M. F. (2014). Formação em psicologia, demandas sociais contemporâneas e ética: Uma perspectiva. Psicologia: Ciência e Profissão, 34(4), 971–983. https://doi.org/10.1590/1982-370001762013

Andolfi, M. (2017). A terapia familiar: Um enfoque intergeracional. Imago.

Azevedo, T. L., Cia, F., & Spinazola, C. (2019). Correlação entre o relacionamento conjugal, rotina familiar, suporte social, necessidades e qualidade de vida de pais e mães de crianças com deficiência. Revista Brasileira de Educação Especial, 25(2), 205–218. https://doi.org/10.1590/S1413-65382519000200002

Biasoli-Alves, Z. M. M. (2000). Continuidades e rupturas no papel da mulher brasileira no século XX. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 16(3), 233–239. https://doi.org/10.1590/S0102-37722000000300006

Borges-Andrade, J. E., Bastos, A. V. B., Andery, M. A. P. A., Guzzo, R. S. L., & Trindade, Z. A. (2015). Psicologia brasileira: Uma análise de seu desenvolvimento. Universitas Psychologica, 14(3), 865–880. https://doi.org/10.11144/Javeriana.upsy14-3.pbua

Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Senado Federal. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

Brasil. (1990, setembro 19). Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990: Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm

Brasil. Ministério da Saúde. (1997). Saúde da família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Ministério da Saúde.

Broch, C., Breschiliare, F. C., & Barbosa-Rinaldi, I. P. (2020). A expansão da educação superior no Brasil: Notas sobre os desafios do trabalho docente. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), 25(2), 257–274. https://doi.org/10.1590/S1414-4077/S1414-40772020000200002

Carr, A. (2019). Family therapy: Concepts, process and practice. John Wiley & Sons. https://www.wiley.com/en-us/shop/psychology-general/family-therapy-concepts-process-and-practice-3rd-edition-p-9781119954644

Castro, M. C., Massuda, A., Almeida, G., Menezes-Filho, N. A., Andrade, M. V., de Souza Noronha, K. V., Rocha, R., Macinko, J., Hone, T., Tasca, R., Giovanella, L., Malik, A. M., Werneck, H., Fachini, L. A., & Atun, R. (2019). Brazil’s Unified Health System: The first 30 years and prospects for the future. The Lancet, 394(10195), 345–356. https://doi.org/10.1016/S0140-6736(19)31243-7

Castro, S. O., Souza, L. H., Gava, R., Silva, E. A., & Pereira, R. M. (2016). A influência do Enade no âmbito das Instituições de Ensino Superior. Educação, Ciência e Cultura, 21(1). https://doi.org/10.18316/2236-6377.16.22

Cohen, A. B., Wu, M. S., & Miller, J. (2016). Religion and culture: Individualism and collectivism in the East and West. Journal of Cross Cultural Psychology, 47(9), 1236–1249. https://doi.org/10.1177/0022022116667895

Conselho Federal de Psicologia (CFP). (2023). Nota Técnica CFP nº 1/2023: Orientações sobre a prática da Constelação Familiar. https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2023/03/Nota-Tecnica_Constelacao-familiar-03-03-23.pdf

Conselho Federal de Psicologia. (2022). Censo da Psicologia Brasileira - Volume 1: Formação e inserção no mundo do trabalho. https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Censo_psicologia_Vol1-1.pdf

Costa, L. F. (2010). A perspectiva sistêmica para a clínica da família. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 26(spe), 95–104. https://doi.org/10.1590/S0102-37722010000500008

Cyborlink. (n.d.). Brazil – Business etiquette, culture & manners. https://www.cyborlink.com/besite/brazil.htm#:~:text=we%20have%20

Dessen, M. A., & Braz, M. P. (2000). Rede social de apoio durante transições familiares decorrentes de nascimento de filhos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 16(3), 221–231. https://doi.org/10.1590/S0102-37722000000300005

Dos Santos, M., Almeida dos Santos, L., & Da Silva, E. M. (2024). Saúde mental no século XXI: Desafios, impactos e caminhos para o cuidado. In Saúde mental: Os desafios da atualidade (pp. 10–16). https://doi.org/10.70430/978-65-983302-6-2.10-16

Facchini, L. A., Tomasi, E., & Dilélio, A. S. (2018). Qualidade da atenção primária à saúde no Brasil: avanços, desafios e perspectivas. Saúde em Debate, 42(supl. 1), 208–223. https://doi.org/10.1590/0103-11042018S114

Frasão, G., & Ribeiro, K. (2022, novembro 3). Atenção primária e atenção especializada: Conheça os níveis de assistência do maior sistema público de saúde do mundo. Ministério da Saúde. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/atencao-primaria-e-atencao-especializada-conheca-os-niveis-de-assistencia-do-maior-sistema-publico-de-saude-do-mundo

Gehart, D. R. (2010). Mastering competencies in family therapy: A practical approach to theories and clinical case documentation. Cengage Learning.

Genofre, R. M. (2000). Família: Uma leitura jurídica. In M. do C. B. Carvalho (Org.), A família contemporânea em debate (pp. 97–104). EDUC/Cortez.

Gomes, K. O., Cotta, R. M. M., Araújo, R. M. A., Cherchiglia, M. L., & Martins, T. C. P. (2009). Atenção primária à saúde – a “menina dos olhos” do SUS: sobre as representações sociais dos protagonistas do Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 16(1), 881–892. https://doi.org/10.1590/S1413-81232011000700020

Hofstede, G. (2011). Dimensionalizing cultures: The Hofstede model in context. Online Readings in Psychology and Culture, 2(1). https://doi.org/10.9707/2307-0919.1014

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2021). Estatísticas do Registro Civil 2021. https://static.poder360.com.br/2023/02/levantamento-ibge-nascimento-2021.pdf

Jacó-Vilela, A. M. (2024). A psicologia no Brasil: Formação e institucionalização. Psicologia: Ciência e Profissão, 44(spe1), e287307. https://doi.org/10.1590/1982-3703003287307

Jiménez, L., Hidalgo, V., Baena, S., León, A., & Lorence, B. (2019). Effectiveness of structural-strategic family therapy in the treatment of adolescents with mental health problems and their families. International Journal of Environmental Research and Public Health, 16(7), 1255. https://doi.org/10.3390/ijerph16071255

Lisboa, F. S., & Barbosa, A. J. G. (2009). Formação em psicologia no Brasil: Um perfil dos cursos de graduação. Psicologia: Ciência e Profissão, 29(4), 718–737. https://doi.org/10.1590/S1414-98932009000400006

Macedo, J. P., Reis, S. T., Bezerra, L. L., & Abreu, M. M. (2022). Impacto dos programas de expansão das universidades federais no perfil de estudantes de psicologia. Psicologia: Ciência e Profissão, 42. https://doi.org/10.1590/1982-3703003230895

Macinko, J., & Mendonça, C. S. (2018). Estratégia Saúde da Família: Um forte modelo de atenção primária à saúde que traz resultados. Saúde em Debate, 42(supl. 1), 18–37. https://doi.org/10.1590/0103-11042018S102

Meneghelli, S. B., & Parada, A. P. (2024). Caracterización de la demanda de atención psicológica en la pandemia. Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias, 29, 244–261. https://doi.org/10.34024/prometeica.2024.29.16247

Nichols, M. P. (2012). Family therapy: Concepts and methods. Pearson.

Noronha, J. C., & Pereira, T. R. (2013). Princípios do sistema de saúde brasileiro. In Fundação Oswaldo Cruz, A saúde no Brasil em 2030 - Prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: Organização e gestão do sistema de saúde (Vol. 3, pp. 19–32). Fiocruz/Ipea/Ministério da Saúde/Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. https://doi.org/10.7476/9788581100173.0003

Ogihara, Y., & Uchida, Y. (2014). Does individualism bring happiness? Negative effects of individualism on interpersonal relationships and happiness. Frontiers in Psychology, 5, 135. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2014.00135

Oliveira, B. L., Soares, F. A., Silva, A. P., Cunha, C. L., Menegaz, J., & Silva, K. L. (2022). Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes e a qualidade do ensino superior em saúde brasileiro. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 30. https://doi.org/10.1590/1518-8345.5714.3585

Oysermann, D., Coon, H. M., & Kemmelmeier, M. (2002). Rethinking individualism and collectivism: Evaluation of theoretical assumptions and meta-analyses. Psychological Bulletin, 128(1), 3–72. https://doi.org/10.1037/0033-2909.128.1.3

Paim, J. S. (2018). Sistema Único de Saúde (SUS) aos 30 anos. Ciência & Saúde Coletiva, 23(6), 1723–1728. https://doi.org/10.1590/1413-81232018236.09172018

Palazzoli, M. S., Boscolo, L., Cecchin, G., & Prata, G. (1978). Paradox and counterparadox: A new model in the therapy of the family in schizophrenic transaction. Jason Aronson. https://archive.org/details/paradoxcounterpa00selvrich/page/n5/mode/2up

Picon, F. (2012). Family therapy in Brazil: Current status. International Review of Psychiatry, 24(2), 81–85. https://doi.org/10.3109/09540261.2012.655714

Ponciano, E. L. T. (1999). História da terapia de família: de Palo Alto ao Rio de Janeiro [Dissertação de mestrado, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro]. https://ppg.psi.puc-rio.br/uploads/uploads/1969-12-31/1999_58525264566f24dce108db991f28a2f7.pdf

Ribeiro, D. (2015). O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. Global.

Ribeiro, E., & Lindsay, T. R. (2025). Reflections on colonized psychology in Brazil: an emancipatory narrative through systemic family therapy. International Journal of Systemic Therapy, 1–29. https://doi.org/10.1080/2692398X.2025.2575548

Samara, E. M. (2002). O que mudou na família brasileira?: Da colônia à atualidade. Psicologia USP, 13(2), 27–48. https://doi.org/10.1590/S0103-65642002000200004

Santana, F. M., Sousa, G. A., & Ribeiro, M. S. S. (2022). Formação generalista: A percepção de egressos de psicologia. Fractal: Revista de Psicologia, 34, e5887. https://doi.org/10.22409/1984-0292/2022/v34/5887

Santos, L. R. S., & Miranda, R. L. (2022). História e memória da profissão de psicólogo no Brasil: Legislações e contexto sócio-histórico (1940–1950). Memorandum, 1–27. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/psi-72302

Seixas, M. R. (2024). Terapia familiar e o psicodrama na rede pública: Projeto pioneiro. Revista Brasileira de Terapia Familiar, 12(1). https://doi.org/10.60114/rbtf.v12i1.106

Silva, S. F. da. (2011). Organização de redes regionalizadas e integradas de atenção à saúde: Desafios do Sistema Único de Saúde (Brasil). Ciência & Saúde Coletiva, 16(6), 2753–2762. https://doi.org/10.1590/S1413-81232011000600014

Simionato-Tozo, S. M. P., & Biasoli-Alves, Z. M. M. (1998). O cotidiano e as relações familiares em duas gerações. Cadernos de Psicologia e Educação Paidéia, 8(1), 137–150. https://doi.org/10.1590/S0103-863X1998000100011

Simpson, L., & Hoare, P. (1987). Evaluation of family therapy for disturbed children. Journal of the Royal Society of Medicine, 80(6), 334–335. https://doi.org/10.1177/014107688708000603

Souza, M. S. de, & Baptista, M. N. (2008). Associações entre suporte familiar e saúde mental. Psicologia Argumento, 26(54), 207–215. https://doi.org/10.7213/rpa.v26i54.19753

Stein, D. J., Bass, J. K., & Hofmann, S. G. (2019). Global mental health and psychotherapy: Adapting psychotherapy for low- and middle-income countries. Academic Press. https://doi.org/10.1016/C2017-0-01830-X

Torres, C. V., & Dessen, M. A. (2008). Brazilian culture, family, and its ethnic-cultural variety. Arizona Journal of Hispanic Cultural Studies, 12(1), 189–202. https://doi.org/10.1353/hcs.0.0038

Victor, J. F., Ximenes, L. B., Almeida, P. C., & Vasconcelos, F. de. (2009). Perfil sociodemográfico e clínico de idosos atendidos em Unidade Básica de Saúde da Família. Acta Paulista de Enfermagem, 22(1), 49–54. https://doi.org/10.1590/S0103-21002009000100008

Vidal, G., Flores, N. M., de Melo, J. K. V. A., Brito, D. O., Lopez, A. S. Q., de França, A. T. S., Cananosque Neto, H., & de Oliveira, W. A. M. (2025). Saúde mental na sociedade contemporânea: Impactos das relações sociais, tecnológicas e econômicas. Lumen et Virtus, 16(50), 8834–8846. https://doi.org/10.56238/levv16n50-056

Wagner, H. L., & Dalallana, T. (2019). Family therapy: New intervention programs and researches: Systemic family approach in health care. In Family therapy - New intervention programs and researches. IntechOpen. https://doi.org/10.5772/intechopen.84582

Wickham, H., & Grolemund, G. (2025). R for data science. O’Reilly Media.

Published

2026-07-07

How to Cite

Ribeiro, E., Silva Corrêa Neves, L., Arend Nunes, J. V., Menezes, E., Viana Machado, A. C., & Correia Viana de Melo, R. (2026). Teaching and practice of systemic family therapy in psychology programs. The Brazilian Journal of Family Therapy, 14(1). https://doi.org/10.60114/rbtf.v14i1.161

Issue

Section

Articles